Vídeo Motivacional. // Espetacular!

Fugindo um pouco da rotina do blog, segue um vídeo motivacional muito bem produzido.

Uma História Real, de uma pessoa Simples que conquistou seus proprios sonhos. Uma mensagem Emocionante sobre a importancia dos Sonhos e das Experiencias, não importa quais sejam.
Uma pessoa comum, que começou do zero. Hoje, empreendedor de sucesso no BRASIL e em outros Países. Fundador de várias empresas, um grande comunicador e um apaixonado pela vida e por novos desafios.

Saiba mais sobre o autor no site: http://www.deivisonpedroza.com.br
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Os oito níveis do programador.

8. Programador Imortal

Este é o nível mais alto. Seu código sobreviveu e transcendeu a sua morte. Você é uma parte do registro histórico permanente da computação. Outros programadores estudam o seu trabalho e as coisas que você escreveu. Você pode ter ganhado um Prêmio Turing, redigido trabalhos influentes ou inventado uma ou mais coisas fundamentais para a área de tecnologia que afetaram o curso da programação como a conhecemos. Você não apenas tem uma entrada na Wikipédia – mas há sites inteiros dedicados a estudar a sua vida e obra.

Muitos programadores, embora tenham tentado, nunca atingiram esse nível.

7. Programador Bem-sucedido

Neste nível encontram-se programadores que além de serem muito conhecidos também criaram uma empresa – talvez até mesmo algumas empresas – em torno de seu código. Estes programadores conseguiram a verdadeira liberdade: a liberdade de decidir por si próprio em que querem trabalhar. E podem compartilhar esta liberdade com seus colegas programadores.

Este é o nível que a maioria dos programadores aspiram chegar. Chegar a este nível muitas vezes depende mais das habilidades em negócios do que em programação.

6. Programador Famoso

Este também é um bom lugar para se estar, desde que você tenha um emprego.

Você é famoso nos círculos de programação. Mas ser famoso não significa necessariamente que você pode transformar isto em lucro e sustentar-se. Ser famoso é bom, mas *bem-sucedido* é melhor. Você provavelmente trabalha para uma grande e conhecida empresa de tecnologia, uma influente empresa de pequeno porte ou é membro de uma equipe em uma startup. De qualquer maneira, outros programadores já ouviram falar de você, e você está tendo um impacto positivo na área.

5. Programador Profissional

Você tem uma carreira bem sucedida como um desenvolvedor de software. Suas habilidades são valorizadas e você não tem muita dificuldade para encontrar um bom emprego. Seus colegas de trabalho o respeitam. Toda empresa na qual você já trabalhou se tornou melhor e foi enriquecida de alguma forma pela sua presença.

Mas onde você vai chegar?

4. Programador Mediano

Neste nível, você já é um programador bom o suficiente para perceber que você não é um *grande* programador. E você nunca poderia ser.

Talento na maioria das vezes tem pouco a ver com fazer sucesso. Você pode ser muito bem sucedido se tiver habilidades nos negócios e souber lidar com pessoas. Se você é um programador mediano, e ainda assim consegue sobreviver nesta área, então você é talentoso, mesmo que não necessariamente no ato de codificar.

Não se sinta mal com isto. Talento é mais raro do que você imagina. Não há nada de errado com a falta de talento. Seja ousado. Descubra em que você é bom, e persiga isto. Seja agressivo.

3. Programador Amador

Um programador amador gosta de codificar e normalmente eles são estudantes promissores ou estagiários, talvez estejam contribuindo para projetos de código aberto, criando aplicativos “just for fun” ou desenhando web sites em seu tempo livre. Seu código e ideias demonstram entusiasmo e que eles têm um bom futuro pela frente.

Ser um amador é uma coisa boa; partindo deste nível pode-se subir rapidamente para se tornar um programador profissional.

2. Programador Desconhecido

É o típico programador comum. Apenas um recurso. Competente (na maioria das vezes), mas normal. Provavelmente trabalha para uma grande e anônima megacorporação. É apenas um funcionário, programar não faz parte da sua vida. Também não há nada de errado com isso.

1. Programador Ruim

Pessoas que de alguma maneira entraram na área de desenvolvimento de software sem um pingo de habilidade ou capacidade. Tudo o que tocam se transforma em dor e sofrimento para os seus colegas programadores – com a possível exceção de *outros* maus programadores, onde falta ainda a habilidade rudimentar obrigatória para perceberem que eles estão trabalhando com outro programador ruim.

Esta é talvez, a marca registrada de todos os maus programadores. Essas pessoas simplesmente não possuem nenhuma habilidade para escreverem código, mas de alguma maneira é isto o que fazem.

Estes níveis não são totalmente sérios. Nem todos os programadores aspiram continuar fazendo isto por toda a sua carreira. Mas é esclarecedor considerar o que um programador poderia realizar em dez, vinte ou trinta anos – talvez mesmo uma vida inteira. Quais são os programadores notáveis que você mais admira? O que eles fizeram para merecer a sua admiração?

Em suma, o que você quer fazer com sua vida?

 

 

Ví lá no –> http://nomedojogo.com/
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Painel deslizante usando jQuery

Painéis deslizantes e seletores do painel, duas características importantes em jQuery, que se tornaram uma necessidade em todos os sites ou quando você tem uma série de elementos que deseja animar, de alguma forma. Neste post vamos mostrar como criar uma animação suave em uma série de painéis usando jQuery.

Vamos ao código: Melhor opção é usar uma lista não-ordenada para esse tipo de tarefa. Por exemplo:

<ul id=”panels”>

<li>A</li>
<li>B</li>
<li>C</li>
<li>D</li>

</ul>

Agora precisamos de um par de estilos CSS para alinhar os painéis, além de uma classe CSS chamada active para ser usado mais tarde em nossa animação:

#panels {
width: 500px;
height: 150px;
margin: 0 auto;
padding: 0;
list-style: none;
background: #333;
color: #fff;
border: 5px solid #999;
border-width: 5px 0 5px 0;
}

#panels li {
width: 100px;
height: 100%;
float: left;
line-height: 150px;
text-align: center;
font-size: 80px;
cursor: pointer;
}

#panels li.active {
background: url(slide.png) no-repeat;
}

Agora o código jQuery. Queremos que o painel de ativos ficam maiores, com um tamanho maior de fonte e com uma imagem de fundo quando o usuário passa com a seta do mouse.

$(‘#panels li’).each(function() {

var pane = $(this);

pane.mouseover(function() {

pane.animate({
width: ‘200px’,
fontSize: ‘120px’
}, 200).addClass(‘active’);

});

pane.mouseout(function() {

pane.animate({
width: ‘100px’,
fontSize: ’80px’
}, 200).removeClass(‘active’);

});

});
Usamos os métodos animate() combinado com o addClass() e removeClass().

O efeito final é realmente muito bom, confira o resultado no link abaixo:

Demonstração.

Fonte: http://onwebdev.blogspot.com/
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2 Piadinhas Nerds.

COMO EXPLICAR AO SEU FILHO DE ONDE ELE VEIO.

– Pai, como é que eu nasci? – pergunta o Joãozinho…
– Muito bem, tínhamos de ter esta conversa um dia… O que aconteceu foi o seguinte: Eu e sua mãe nos conhecemos num Chat desses da Net, que existem para se trocar idéias. O papai marcou uma interface com a mamãe em um Cybercafé e acabamos plugados no banheiro dele. A seguir, a mamãe fez uns Downloads no Memory Stick do papai e quando estava tudo pronto para a transferência de arquivos, descobrimos que não havia qualquer tipo de Firewall conosco. Como era tarde demais para dar o ESC, papai acabou fazendo o Upload de qualquer jeito com a mamãe, e nove meses depois o Vírus apareceu e se instalou em casa…

O QUE É TRABALHAR COM INFORMÁTICA.

Você trabalha em horários estranhos (que nem as putas).
Te pagam para fazer o cliente feliz (que nem as putas).
Seu trabalho vai sempre além do expediente (que nem as putas).
Você é mais produtivo à noite (que nem as putas).
Você é recompensado por realizar as idéias mais absurdas do cliente (que nem as putas).
Seus amigos se distanciam de você e você só anda com outros iguais a você (que nem as putas).
Quando você vai ao encontro do cliente você precisa estar apresentável (que nem as putas), mas quando você volta parece que saiu do inferno (que nem as putas).
O cliente sempre quer pagar menos e quer que você faça maravilhas (que nem as putas).
Quando te perguntam em que você trabalha você tem dificuldade para explicar (que nem as putas).
Se as coisas dão errado é sempre culpa sua (que nem as putas).

Todo dia você acorda e diz:

NÃO VOU PASSAR O RESTO DOS MEUS DIAS FAZENDO ISSO (que nem as putas).


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Dez dicas para você se dar bem como técnico em informática

“O medo das críticas esta por trás da
destruição da maior parte das idéias!” Napoleon Hill

1 – Seja honesto: O que é do cliente não é seu. Cliente não é bobo, não troque peças ou remova peças, mesmo que seja aquela placa Modem PCI que geralmente ninguém usa mais. Por uma questão de consumo de energia ou até mesmo para liberar espaço para outras placas é comum o técnico tirar placa que está sobrando no computador do cliente. Tirou, devolva a peça ao cliente, com uma explicação da decisão. Honestidade é um ponto alto nessa profissão, pois o cliente não tem necessidade de saber tudo sobre seu equipamento;

2 – Respeite a privacidade do seu cliente: Com um pouco de conhecimento qualquer pessoa sabe identificar se músicas, fotos, vídeos e documentos foram copiados ou simplesmente abertos, portanto resista à tentação de bisbilhotar as fotos daquela (“gatinha” ou “cachorro”) e outros arquivos do seu cliente. Se for preciso mover ou copiar os dados de um lugar para outro, notifique seu cliente, todo cliente gosta de respeito;

3 – Respeite os limites de confiança: Nunca induza o cliente a gastar ou trocar peças do seu equipamento à menos que seja necessário ou se o mesmo tem a intenção de fazer um upgrade. Mesmo que você tenha um comércio de equipamentos não subestime seu cliente levando-o ao gasto desnecessário. É melhor você ganhar a confiança dele oferecendo um bom serviço que quando ele precisar saberá onde encontrar bons produtos;

4 – Seja pontual: A maioria das pessoas torcem a cara quando ouve falar de “técnicos em informática” pois eles têm fama de “enrolado”. Faça uma estimativa com margem de segurança, levando em conta os aspectos e caminhos que o serviço contratado pode exigir e cumpra no horário, caso contrário entre em contato com o cliente antes do término do
serviço e notifique-o do atraso; Elabore uma rotina de trabalho para evitar esquecimento ou atolamento de serviço;

5 – Seja cauteloso: Antes de fechar negócio com o cliente, avalie seu equipamento, anote as configurações, memória, disco rígido, marca/modelo da placa-mãe, marca/modelo do drive de CD/DVD. Um cliente espertinho pode querer te induzir ao erro. Procure saber do cliente essas informações e confronte com as que encontrou, caso haja
discrepância, notifique-o, dessa forma tanto o cliente quanto você terão as mesmas informações; Por segurança, caso não sinta confiança por alguma das partes, elabore uma relação da configuração e peça-o para assinar. Existem softwares que listam (mesmo em modo comando) as configurações do equipamento;

6 – Seja eficaz: Tenha sempre ao alcance boas ferramentas, programas para realizar testes e detectar problemas. Adquira equipamentos, ferramentas e organize sua área de trabalho. Eficácia é a capacidade que a pessoa tem em resolver um problema da maneira mais rápida possível. Boas ferramentas facilitam o trabalho e economizam tempo. Tempo é dinheiro;

7 – Seja eficiente: Não gaste tempo à toa, não execute tarefas desnecessárias, no caso de computadores, só reinstale o sistema, só troque softwares se forem necessário. Eficiênca é a capacidade que a pessoa tem em executar uma ação aproveitando da melhor maneira
os recursos disponíveis e o tempo necessário, portanto se o cliente pediu para excluir vírus não formate seu computador, quando você altera o sistema o cliente tem que se readaptar ao novo ambiente;

8 – Não exagere: Computador do seu cliente não é o seu, se você gosta de “firulas” tem cliente que odeia esse tipo de coisa. Deixe que ele altere as cores e o comportamento do sistema operacional, só porque você gosta de caveiras, cores pretas e sombrias, ostentar mulheres nuas, isso pode refletir mal aos olhos do cliente. Prefira o padrão, o simples e o objetivo, se ele solicitar não discuta, o cliente sempre tem razão, mesmo que o ponto de vista seja diferente do seu;

9 – Saiba separar as coisas: Nunca use o equipamento do seu cliente para fazer backup seu ou de outros clientes, se você esquece de excluir ou se ficar algum rastro do uso pode induzir o cliente à pensar que alguma coisa foi trocada sem seu consentimento, gerando desconfiança. Nesse caso cuide-se de ter observado o que diz a dica 6;

10 – Seja profissional: JAMAIS fale mal ou faça comentários maldosos sobre a concorrência com seu usuário. Não ouça, não comente, não diga. Cada um tem um estilo de trabalhar, você nunca vai saber quando vai precisar da concorrência, portanto seja um profissional sensato, faça seu trabalho da melhor forma possível, assim você ganhará não só clientes, mas respeito dos seus clientes.

Gostou? Comente, complemente e espalhe!

Fonte: http://www.veiadigital.com.br

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O cara da informática.

    Recebi um e-mail muito interessante sobre “O Cara da Informática”, é um texto muito criativo e com algumas realidades, confira abaixo:

  1. O CARA DA INFORMÁTICA dorme. Pode parecer mentira, mas o CARA DA INFORMÁTICA precisa dormir como qualquer outra pessoa. Esqueça que ele tem celular e telefone em casa, ligue só para o escritório;
  2. O CARA DA INFORMÁTICA come. Parece inacreditável, mas é verdade. O CARA DA INFORMÁTICA também precisa se alimentar e tem hora para isso;
  3. O CARA DA INFORMÁTICA pode ter família. Essa é a mais incrível de todas: Mesmo sendo um CARA DA INFORMÁTICA, a pessoa precisa descansar no final de semana para poder dar atenção à família, aos amigos e a si próprio, sem pensar ou falar em informática, impostos, formulários, consertos e demonstrações, manutenção, vírus e etc.;
  4. O CARA DA INFORMÁTICA, como qualquer cidadão, precisa de dinheiro. Por essa você não esperava, né? É surpreendente, mas o CARA DA INFORMÁTICA também paga impostos, compra comida, precisa de combustível, roupas e sapatos, e ainda consome Lexotan para conseguir relaxar… Não peça aquilo pelo que não pode pagar ao CARA DA INFORMÁTICA;
  5. Ler, estudar também é trabalho. E trabalho sério. Pode parar de rir. Não é piada. Quando um CARA DA INFORMÁTICA está concentrado num livro ou publicação especializada ele está se aprimorando como profissional, logo trabalhando;
  6. De uma vez por todas, vale reforçar: O CARA DA INFORMÁTICA não é vidente, não joga tarô e nem tem bola de cristal, pois se você achou isto demita-o e contrate um PARANORMAL OU DETETIVE. Ele precisa planejar, se organizar e assim ter condições de fazer um bom trabalho, seja de que tamanho for. Prazos são essenciais e não um luxo… Se você quer um milagre, ore bastante, faça jejum, e deixe o pobre do CARA DA INFORMÁTICA em paz;
  7. Em reuniões de amigos ou festas de família, o CARA DA INFORMÁTICA deixa de ser o CARA DA INFORMÁTICA e reassume seu posto de amigo ou parente, exatamente como era antes dele ingressar nesta profissão. Não peça conselhos, dicas… ele tem direito de se divertir;
  8. Cool Não existe apenas um ‘levantamentozinho’, uma ‘pesquisazinha’, nem um ‘resuminho’, um ‘programinha pra controlar minha loja’, um ‘probleminha que a maquina não liga’, um ‘sisteminha’, uma ‘passadinha rápida(ALIÁS CONTA-SE DE ONDE SAIMOS E ATÉ CHEGARMOS)’, pois esqueça os ‘inha e os inho (programinha, sisteminha, olhadinha, )’ pois OS CARAS DA INFORMÁTICA não resolvem este tipo de problema. Levantamentos, pesquisas e resumos são frutos de análises cuidadosas e requerem atenção, dedicação. Esses tópicos podem
    parecer inconcebíveis a uma boa parte da população, mas servem para tornar
    a vida do CARA DA INFORMÁTICA mais suportável;
  9. Quanto ao uso do celular: celular é ferramenta de trabalho. Por favor, ligue, apenas, quando necessário. Fora do horário de expediente, mesmo que você ainda duvide, o CARA DA INFORMÁTICA pode estar fazendo algumas coisas que você nem pensou que ele fazia, como dormir ou namorar, por exemplo;
  10. Pedir a mesma coisa várias vezes não faz o CARA DA INFORMÁTICA trabalhar mais rápido. Solicite, depois aguarde o prazo dado pelo CARA DA INFORMÁTICA;
  11. Quando o horário de trabalho do período da manhã vai até 12h, não significa que você pode ligar às 11:58 horas. Se você pretendia cometer essa gafe, vá e ligue após o horário do almoço (relembre o item 2). O mesmo vale para a parte da tarde: ligue no dia seguinte;
  12. Quando CARA DA INFORMÁTICA estiver apresentando um projeto, por favor, não fique bombardeando com milhares de perguntas durante o atendimento. Isso tira a concentração, além de torrar a paciência. ATENÇÃO: Evite perguntas que não tenham relação com o projeto, tipo como…. vocês entendem é claro….;
  13. O CARA DA INFORMÁTICA não inventa problemas, não muda versão de WINDOWS, não tem relação com vírus, NÃO É CULPADO PELO MAL USO DE EQUIPAMENTOS, INTERNET E AFINS. Não reclame! O CARA DA INFORMÁTICA com certeza fez o possível para você pagar menos. Se quer EMENDAR, EMENDE, mas antes demita o CARA DA INFORMÁTICA e contrate um QUEBRA GALHO;
  14. Os CARAS DA INFORMÁTICA não são os criadores dos ditados ‘o barato sai caro’ e ‘quem paga mal paga em dobro’. Mas eles concordam…;
  15. E, finalmente, o CARA DA INFORMÁTICA também é filho de DEUS e não filho disso que você pensou…
  16. Vamos parar de chamar os profissionais Tecnologia da Informação, de ‘CARA DA INFORMÁTICA’, ‘CARA QUE CONSERTA COMPUTADOR’…Por incrível que pareça as profissões tem nomes, como Técnico de Suporte, Engenheiro de Projetos, Analista de Suporte, Engenheiro de Sistemas, Programador… Ninguém chama o Engenheiro Civil de ‘CARA DA BETONEIRA’, ou médico de ‘CARA DO AÇOUGUE’, dentista de ‘CARA DO DENTE PODRE’…
Agora, depois de aprender um pouco sobre O CARA DA INFORMÁTICA, repasse aos seus amigos, afinal, essas verdades precisam chegar a todos. O CARA DA INFORMÁTICA agradece. Aah! e se descordarem de alguma coisa, deixem suas opiniões nos comentários.
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10 Dicas de CSS indispensável para programadores.

Essas são as dicas:

1. Onde consultar especificação do CSS: Essa especificação e muitas outras de HTML, XML estão no site do World Wide Web Consortium, ou simplesmente W3C é um site fundado em 1994 com o objetivo de discutir e definir os padrões utilizados pela
internet, hoje mais de 400 entidades participam desse projeto.

2. Conhecer os atributos mais usados: muitos deles são idênticos aos do HTML mesmo: width, background, border; outros são um pouco diferentes,mas com nome intuitivo: font-size, font-family; outros já são de comportamentos particulares do CSS: padding, float, margin.

3. Conhecer a lista de compatibilidade dos browsers: é muito bom trabalhar com browsers atuais: IE7 , Firefox2, Konqueror 3, Opera 9 e Safari 3. Algo mais antigo que essa lista, como Netscape4, IE4~6 você pode ter problemas pois o CSS funciona de maneira incorreta ou nem mesmo funciona.

4. Conhecer os principais hacks: pelo problema já citado, podemos ter comportamentos estranhos em certos browsers que não suportam 100% da especificação da CSS2. Daí surgiram um conjunto de gambiarras (hacks) para o CSS funcionar nesses browsers também.

5. Saber a diferença de DIV e TABLE: o pessoal das antigas estava acostumado a montar sites somente com TABLE, agora começa a brincar com DIV achando que é a mesma coisa, tome cuidado. Ao contrário de uma TABLE, uma DIV pode invadir o espaço de outra DIV e comprometer completamente o layout de seu site.

6. Conhecer o movimento Tableless: algumas pessoas consideram o uso de TABLE extremamente obsoleto, definindo todo o layout do site por DIV, o que é perfeitamente possível, mas não é nada trivial.

7. Escolher o DOCTYPE correto: conforme o tipo escolhido, o seu site poderá ser renderizado mais rapidamente pelos browsers suportados. Na dúvida opte pelo tipo Transitional, que é mais flexível que o tipo Strict.

8. Conhecer as vantagens que o CSS oferece: além da economia de banda de transferência, tem a vantagem de oferecer fácil manutenção do conteúdo do site, uma vez que a estrutura está pronta (aliás é por esse motivo que, por exemplo, o WordPress possui tantos excelentes temas), e um número muito maior de opções de layout que o HTML.

9. Começar a brincar com o CSS3: diversas melhorias estão previstas no CSS3, onde eu destaco a propriedade opacity e a resize.

10. Combinar o melhor dos dois mundos: o mundo perfeito não é composto inteiramente de padrões mais novos, simplesmente o melhor de cada um deles. Sair codificando somente em DIV pode ser interessante, mas vai dar trabalho no layout em colunas. Nesses casos, utilize as tabelas, mas deixe suas propriedades separadas no arquivos CSS.

Fonte: http://www.oficinadanet.com.br/
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